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sábado, 9 de janeiro de 2010

Diário de uma Paixão



Um dia estava migrando de canal em canal, até vi que estava dando um filme de época (todos sabem que sou aficionada por filmes desse tipo), então parei para ver. Baseado no best-seller de Nicholas Sparks, The Notebook (no Brasil, O Caderno de Noah) e dirigido por Nick Cassavetes, Diário de uma Paixão (The Notebook) se passa na década de 40 e conta a história de Noah (Ryan Gosling) e Allie (Rachel McAdams). Esta viaja para Seabrook, uma cidade pequena e litorânea no Estado americano da Carolina do Norte. Lá conhece o nativo daquela cidade Noah, e eles se apaixonam perdidamente. Só que Noah é operário e Allie é de uma família rica e tradicional, logo é proibida por sua mãe de namorar Noah. Esta proibição somada ao fato de Noah ter sido convocado para a Segunda Guerra Mundial fazem com que o casal se separe por sete longos anos.


O casal no início do namoro.

Depois de todo esse tempo, Allie vê uma foto de Noah no jornal e resolve voltar a cidade de onde tudo começou, só que ela já está noiva de um ótimo partido. E aí, quem ela escolhe?! O pé-rapado ou o riquinho? A foto do reencontro é essa aí do pôster. O mais legal é que o filme é um paralelo entre essa história que contei e um asilo onde um homem idoso conta essa mesma história para a Allie já idosa e com problemas de memória. E quem é esse idoso? Quem? Quem? Assista e descubra! C'mon, é previsível, vai!


O idoso misterioso (ha) e Allie.

Esse filme é simplesmente perfeito! A química entre Ryan e Rachel é insanamente maravilhosa e tão grande que eles até namoraram por dois anos. O filme é lindamente emocinante; sério, cara, eu chorei pra casseta. Quando acabei de vê-lo, queria desesperadamente ter um amor como o de Noah e Allie. Eu amo tanto esse filme que o nome do meu futuro filho (bem futuro mesmo, gente, daqui a 15 anos) será Noah. Ah, que fique bem claro: é em homenagem ao Noah de Diário de uma Paixão e não ao filho da Danielle Winits e do Cássio Reis e nem ao filho da Elisa, filha do Zeca Pagodinho hahaha.


Dia do reencontro (essa cena é tão linda...)

Trailer

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

A Duquesa



Vocês sabem que eu amo filmes de época, né?! Ainda mais com minha atriz favorita Keira Knightley no papel principal. Queria ver esse filme desde o final do ano de 2008, quando estava passando no cinema, mas só consegui ontem. Tinha muitas expectativas sobre esse filme e não me decepcionei nem um pouco. O filme conta a história de Georgiana Spencer (Ela é da mesma linhagem da Lady Di, família Spencer), que ao se casar com William Cavendish (Ralph Fiennes), o Duque de Devonshire, torna-se a Duquesa de Devonshire, uma mulher que lançou moda no séc. XVIII, participava da vida política inglesa, era adorada por todos, só não conseguia dar um filho homem a seu marido (naquela época, só filhos homens prestavam, eles que herdariam o título de seus pais e perpetuariam o sobrenome da família).



Sendo "chifrada" constantemente por seu marido (na verdade, eles só eram marido e mulher no papel e na hora de copular, pois quase não se falavam), ela encontra o amor em Charles Grey (Dominic Cooper, de Mamma Mia), um jovem revolucionário que sonha em ser primeiro-ministro da Inglaterra. Só que o marido descobre e dá seu ultimato: ou você larga Grey ou nunca mais verá suas filhas e ele nunca será primeiro-ministro da Inglaterra, ou seja, o Duque arruinaria a vida política de Grey. Assista e descubra a decisão de Georgiana.



Destaques do filme: figurino impecável que ganhou o Oscar; a atuação de Ralph Fiennes, que se torna desprezivelmente canalha na pele do Duque (sério, meu, eu fiquei com nojo dele, de tão boa que foi sua atuação). Ah, o filme é dirigido por Saul Dibb e é uma adaptação do livro de Amanda Freeman, Georgiana: The Duchess of Devonshire.

Trailer

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Alice in Wonderland


Sempre amei a animação de Alice no País das Maravilhas, e agora vem aí a versão de "pessoas reais" do clássico inspirado no livro de Lewis Carroll. Dirigido por Tim Burton (o mesmo de A Fantástica Fábrica de Chocolate e A Noiva Cadáver - amo esses filmes!), o elenco conta com nomes de peso: Johnny Depp como o Chapeleiro Louco, Anne Hathaway como a Rainha Branca e Helena Bonham Carter (a Bellatrix Lestrange de Harry Potter) como a Rainha Vermelha; Alice é interpretada pela novata australiana Mia Wasikowska.
O filme estreia em março de 2010. Estou superansiosa e uma coisa importante: o filme, na verdade, é umamistura entre as histórias do livro Alice no País das Maravilhas e Através do espelho e o que Alice encontrou lá.


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Tornando-se Jane


Becoming Jane (de título brasileiro Amor e Inocência, que eu, particularmente, detesto) conta a história da vida da escritora britânica Jane Austen, autora de do livro que deu origem ao meu filme favorito Pride and Prejudice. Ele foca mais no suposto romance da autora com Tom Lefroy, um jovem irlandês interpretado pelo meu ator favorito James McAvoy. Jane é interpretada pela Anne Hathaway (não sei porquê, mas não gosto dessa atriz :/). Gostei muito do filme, mas ele é apoiado numa história, dizem, inventada. Na verdade, Austen viveu inteiramente para sua literatura e não ligava para homens (queria ter essa força de vontade haha mentira). Mesmo assim, é um bom filme.


Um Estudo em Vermelho


Capa do livro que li.

Li esta obra de Sir Arthur Conan Doyle para fazer a prova nº 6 (Av 6, 3º bimestre) de Texto e Redação. Este é o livro que introduz os romances do detetive autônomo Sherlock Holmes. Eu não conhecia nada de Sherlock Holmes, nem sabia que o mesmo era um detetive! Foi uma grata surpresa ler um livro tão maravilhoso como esse. É de impressionar a inteligência de Holmes, ele consegue distinguir pegadas num relance só! Consegue saber a profissão de alguém de bate-pronto, analisando sua postura e até a manga de sua camisa! Deixa os detetives da Scotland Yard no chinelo. Sir Arthur Conan Doyle foi realmente um gênio. Fiquei sabendo que ele atua como médico do exército britânico na Guerra dos Bôeres (Inglaterra vs. Holanda pelo território da África do Sul, em pleno Imperialismo). Justamente a matéria que eu estava estudando em História naquele momento.


Capa original da obra de Sir Conan Doyle.